segunda-feira, 24 de outubro de 2011

"Natal não tem cor, tem amor"

Alunos organizam natal feliz para a Pastoral da Criança


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Alunos organizam um movimento para mobilizar a escola e a comunidade para que colaborem com a campanha "natal fefiz" cujo o objetivo é promover a alegria nos hospitais "Pastoral da Criança e Lar Toca de Assis" juntamente com a EEEP Joaquim Moreira de Sousa e seus alunos.

Objetivo
Mobilizar a população para doar roupas, brinquedos, alimentos e "alegria" para as crianças que se encontram nesses hospitais. 


Fonte(google)

As visitas aos hospitais estão programadas para a véspera do natal de 2011.

Colabore com esse natal feliz, faça sua parte, para doar visite a Pastoral da Criança ou a EEEP Joaquim Moreira de Sousa e saiba mais sobre a campanha.

 O que é a pastoral da criança
A Pastoral da Criança é uma ação de voluntários que respondem o chamado de Jesus para que “todos tenham vida e a tenham em plenitude” (João, 10-10). Para isso, a Pastoral identifica e capacita líderes voluntários nas comunidades para atuarem junto às famílias com gestantes e crianças na primeira infância; partilhando com tais famílias informações sobre saúde, nutrição,educação, cidadania e espiritualidade, de forma ecumênica nas comunidades pobres. As atividades visam promover o desenvolvimento integral das crianças, desde a concepção aos seis anos de idade, e a melhoria da qualidade de vida das famílias, cujos membros são motivados a melhorar sua auto-estima e construir uma sociedade propícia à justiça e a Paz.

Leia mais em: http://pastoraldacrianca-ce.blogspot.com

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O que aconteceria com o mundo se a internet acabasse?

Incidente ocorrido no Canadá prenuncia o caos que se instalaria caso, de uma hora para outra, ficássemos sem acesso à rede mundial de computadores.
 

Para quem tem acesso ilimitado à internet, ficar alguns minutos sem poder se conectar pode ser uma verdadeira tortura. O tempo não passa, as alternativas offline não parecem tão interessantes e até que você encontre outra atividade e se esqueça de que está isolado do mundo virtual, muitos momentos angustiantes já terão se passado.
Imagine então, que da noite para o dia, a internet deixe de existir. O que você faria sem ter acesso a nenhum dos seus sites favoritos? Como você se comportaria sem poder acessar documentos, fazer compras com cartão de crédito ou nem sequer saber qual é a previsão do tempo para amanhã?
Uma cidade do Canadá experimentou no último mês uma experiência nada agradável como essa. Devido a uma falha em um satélite, algumas localidades próximas a Quebec ficaram sem acesso à internet. O caos na região foi muito além de protestos de usuários revoltados por não poderem atualizar seus perfis em redes sociais.

Uma ilha cercada de ilhas por todos os lados

O primeiro problema percebido na cidade foi a falta de acesso à internet. Sem comunicação, o problema se estendeu para os telefones, que de uma hora para outra, ficaram mudos. Como se comunicar com seus amigos e perguntar se está tudo bem, quando tanto a internet quanto os telefones não estão funcionando?
As transmissões de rádio poderiam ser uma alternativa. Contudo, com a maioria das emissoras utilizando um padrão digital e transmissões via satélite, a opção foi rapidamente descartada. Em uma grande cidade, a falta de acesso a serviços como corpo de bombeiros, polícia ou hospitais pode criar um caos de proporções gigantescas.


É hora de sair daqui

Você se dá conta que a situação pode ser mais grave do que imagina. Sair da cidade passa a ser uma das alternativas a ser considerada. Porém, sem informações sobre o tempo em outras cidades, os aeroportos são fechados e não têm pousos e decolagens liberados. Afinal, todos os instrumentos operam baseados em informações disponibilizadas via satélite.
Sair da cidade por via terrestre poderia ser outra opção. Entretanto, a menos que você tenha dinheiro em espécie disponível, pagar passagens de ônibus ou mesmo abastecer o tanque do seu veículo com cartão de crédito ou débito são soluções fora de cogitação. Sacar dinheiro em caixas eletrônicos, com sistemas fora do ar, também é outra hipótese que você pode descartar.

Em estado de sítio

No Brasil, em caso de situações extremas, o Governo Federal pode decretar estado de sítio. Trata-se de uma medida provisória, válida por 30 dias e passível de ser prorrogada sucessivas vezes, que dá aos poderes o direito de tomar atitudes que limitem a liberdade dos cidadãos, como obrigação de residência em determinado local ou evacuação de cidades inteiras.


Obviamente, quando foi elaborada, a legislação não previa um caos advindo da falta de internet. As situações descritas são utilizadas com mais frequência em cidades vítimas de desastres naturais ou, como ocorre em outros países, em caso de declaração de guerra.
Entretanto, em uma situação como essa o Governo Federal, bem como as forças armadas e tropas de paz internacionais, muito provavelmente seriam deslocados para auxiliar no suporte à população, reestabelecendo, ainda que de forma precária, serviços essenciais para a manutenção da vida em sociedade, como hospitais, energia elétrica e saneamento básico.

Necessidades básicas

Um dos maiores problemas que pode ser ocasionado pela falta de internet é, sem dúvida, a maneira como as transações financeiras acontecem. Ainda que você evite ao máximo utilizar o sistema bancário, muito provavelmente o seu salário é depositado em uma conta bancária. Sem acesso a nenhum tipo de sistema, tanto a transferência do dinheiro por parte da empresa, quanto o pagamento dos valores feito pelo banco ficam prejudicados.
Sem dinheiro em espécie para sobreviver, supermercados, postos de gasolina, restaurantes e quaisquer outros estabelecimentos comerciais passam a ser meros depósitos, sem muita utilidade para os consumidores. Por outro lado, itens de primeira necessidade muito provavelmente devem ter o seu valor aumentado, passando a valer como moeda de troca em diversas situações.

Tudo como era antigamente: será mesmo?

Há pelo menos 20 anos era possível buscar, de uma hora para outra, alternativas para fazer com que tudo continuasse funcionando mesmo com interrupções de sinal de internet. Contudo, com o passar do tempo, cada vez mais nos tornamos dependentes dessa forma de integração, de maneira que se torna praticamente impossível mudar os rumos em questão de instantes.


Obviamente, com muitas dificuldades, em questão de dias seria possível começar a fazer alguns serviços voltarem ao normal. Os usuários mais velhos, aqueles acima dos 30 anos, ainda devem se lembrar do tempo em que muitas coisas podiam ser feitas apenas pessoalmente, o número de informações era mais escasso e que os computadores não eram regra, mas exceção no cotidiano da população.
Todavia, para os usuários mais novos, que cresceram tendo a internet como uma das referências mais importantes para entrar em contato com o mundo exterior, a adaptação certamente seria mais lenta e muitos teriam que reaprender a fazer de forma manual funções que hoje podem ser executadas em questão de minutos.

Soluções em caso de emergência



O fato ocorrido no Canadá dificilmente aconteceria em larga escala no planeta. Afinal, inúmeros satélites monitoram regiões específicas do mundo e, com algum tempo, os objetos em órbita que estivessem funcionando poderiam ser direcionados para suprir demandas maiores em outros pontos do mundo. Contudo, o transtorno serve como alerta sobre como proceder em casos extremos de ausência completa de contato com redes de comunicação.
Os planos de contingência e sobrevivência adotados em caso de guerra, quando as comunicações costumam ser um dos primeiros serviços prejudicados, se mostram eficientes até certo ponto, pois presumem que, em algum lugar do planeta, ainda que distante, haverá condições satisfatórias de ao menos enviar e receber mensagens.
Invenções mais antigas como o código morse, por exemplo, poderiam ser utilizadas em situações como essa. O problema maior seria encontrar pessoas capacitadas a operar equipamentos assim. Você já imaginou como seria a sua vida sem o acesso a nenhum dos serviços online que conhece hoje?
 

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Óleo mineral: o melhor cooler para o seu PC


Um banho de óleo pode ser a melhor forma de deixar seu computador numa fria!


Se você usa seu PC para jogar ou fazer edições de música, vídeo e imagem (que tradicionalmente necessitam de um grande uso do processador) já deve ter enfrentado problemas com o aquecimento dos componentes da máquina. Ou pelo menos sabe que, quanto maior o processamento exigido do computador, mais ela esquenta.

Jogar horas ininterruptas pode causar isso sem um cooler adequado (Fonte da imagem: ThinkStock)



A forma mais comum para esfriar um computador é através de um cooler. Ele serve para eliminar o calor gerado pelo trabalho dos componentes do computador ao deixá-los na temperatura ideal para que rendam o esperado. Existem dois tipos mais comuns: o Air-Cooler, que usa o ar para refrigeração, e o Water Cooler (resfriamento líquido), que funciona com um sistema à água.
Existe uma técnica bastante incomum para manter seu computador numa fria: colocá-lo dentro de um recipiente cheio de óleo mineral dentro. Você não leu errado: é seu PC submerso, com quase tudo dentro. Esse método, afirmam pessoas que já testaram, é garantia certa de um PC mais refrigerado. Será mesmo?

Esfriando a óleo

A primeira dúvida que precisa ser esclarecida quanto ao sistema: óleo não é água. O senso comum nos leva a acreditar que componentes eletrônicos submersos em qualquer líquido serão torrados. Não é verdade. Fato é que água e eletricidade não se misturam. O líquido transparente – vital para nosso corpo – é um veneno para tudo o que é movido a energia, porque conduz eletricidade e porque pode causar curto-circuito, oxidação e enferrujamento.
Por isso há um grande receio por parte daqueles que usam o Water Cooler. Mesmo que a água passe por dentro de tubos, qualquer vazamento pode danificar as peças do computador de maneira irreversível. Com o óleo mineral é diferente, já que ele não conduz eletricidade e é usado até como isolante.

Water Cooler: resfriamento a líquido (Fonte da imagem: Divulgação)

Mas encontrar óleo mineral não é uma tarefa fácil, apesar de o produto ter diversos usos, como em problemas intestinais, hidratação e lubrificação. Mesmo assim já foram feitos alguns testes com resultados satisfatórios, mostrando na prática que submergir um computador inteiro não é loucura.
Uma das empresas pioneiras no assunto chama-se Puget Systems. Eles estão testando esse método de refrigeração há mais de dois anos e vendem um kit “faça você mesmo”, que já está em sua terceira versão. Apesar de vender computadores personalizados, a empresa diz que apenas está realizando um “projeto divertido” e não tem planos de comercializar máquinas completas com este sistema.

Os testes

A ideia de usar óleo para refrigerar um PC não é exatamente nova. Quem faz overclock sempre está à procura de métodos para resfriar o computador e obter o poder máximo dos seus componentes. Alguns projetos já foram feitos anteriormente com óleo vegetal (de cozinha), mas o problema é que depois de um tempo ele produz um cheiro desagradável. Já o óleo mineral não tem esse problema, porque é limpo.
Antes dos testes, as maiores dúvidas com relação ao óleo mineral que precisavam ser respondidas eram quanto ao desempenho e efeitos a longo prazo. A Puget System então resolveu tirar a prova e montou seu sistema de refrigeração dentro de um aquário.


Não houve muito segredo na hora de testar o produto: bastava afundar todo o hardware dentro do aquário cheio de óleo mineral (entre 19 a 23 litros). Foram feitas apenas algumas adaptações nele para que recebesse o gabinete; nenhuma peça foi deixada para fora, exceto o drive e o disco rígido. O computador foi mantido por mais de dois anos dentro do recipiente com diversos testes sendo feitos, para averiguar a eficácia do método. As conclusões são reveladoras.

O resultado

A grande vantagem apresentada no uso de óleo mineral para manter o computador refrigerado foi sua capacidade de calor específico. Ou seja, ele conseguiu absorver muito calor sem a necessidade de ventilá-lo (a caixa ficava vedada nos testes). A variação térmica do óleo não sofreu grandes alterações ao receber o calor do trabalho dos componentes.
Apesar disso, o computador chegou à temperatura de 88°C em testes feitos por 12 horas consecutivas com o 3DMark06 (programa usado para testar a performance 3D das placas de vídeo) – um valor considerado alto. Mas essa marca levou um longo tempo para ser alcançada, além de o sistema não ter falhado nenhuma vez no período.


PC no aquário: não coloque peixes! (Fonte da imagem: Puget System)

O experimento não apresentou problemas mesmo em um teste realizado por dois dias seguidos de forma ininterrupta. Isso quer dizer que você vai poder jogar Battlefield 3 durante o final de semana todo sem torrar seu PC.
Outra questão importante é o barulho. Com a submersão dos componentes, o computador ficou absolutamente silencioso, sem aquele ruído da ventoinha “estourando a cabeça”.
Mas, diante dos outros coolers, será que esse é o melhor modelo para seu PC?

Comparando com os outros

O Air-Cooler é bem mais barato, mas também menos potente que o modelo à base de óleo mineral. Ele também é mais comum, uma vez que a maioria dos computadores não tem componentes que necessitem de maior refrigeração. Esse cooler também é bem mais barulhento e as máquinas mais potentes precisam mais de um, o que pode até ficar inviável frente ao modelo submerso.  Se você usa seu PC para tarefas básicas (ler, navegar na internet, escutar música), pode ficar com sua ventoinha.



Air-Cooler tem desempenho razoável em máquinas mais poderosas (Fonte da imagem: Computers Unlimited)



Já o Water Cooler funciona de forma similar ao resfriamento de um carro, já que usa água (sim, a arquirrival dos componentes eletrônicos) e um radiador. Por isso, é o método mais perigoso para esfriar um computador, por envolver o risco de vazamentos. Ele funciona melhor que o Air-Cooler porque a água é mais eficiente na absorção de calor que o ar (para entender melhor, clique aqui). Porém, seu desempenho é inferior ao do sistema a óleo mineral e custa praticamente o mesmo preço.

Quero um!

Se você ficou interessado pelo modelo, comprar os itens necessários pode doer no bolso. A Puget System vende dois modelos diferentes que custam US$ 460,99 dólares (a segunda versão) e US$713,76 (a terceira). A diferença essencial entre as duas é que a terceira versão tem maior capacidade do tanque do aquário e potência máxima de watts, além de ser compatível com um modelo a mais de placa-mãe. Está incluso dentro do kit um radiador externo para resfriar o óleo e manter a temperatura ainda mais baixa.
Mas é claro que você pode fazer uma versão caseira de testes, caso queira construir o seu próprio sistema de resfriamento. O essencial é ter um aquário (ou equivalente), um computador (velho de preferência) com gabinete e óleo mineral. 



Kit básico: gabinete, aquário e óleo mineral (Fonte da imagem: Puget System)


Caso mantenha o computador submerso por bastante tempo , saiba que não é necessário trocar o óleo – apenas certifique-se de limpar os componentes antes de submergi-los. Além disso, mantenha o recipiente bem vedado para evitar a evaporação do líquido. O óleo mineral não é inflamável, portanto o computador não vai explodir na sua cara.
Duas questões importantes: o óleo mineral é muito difícil (quase impossível) de ser removido depois que seus componentes forem submersos nele. E afundar seu hardware em óleo mineral irá anular a garantia, caso seu computador esteja dentro do período.

Monitorando a temperatura

E você? Tem ideia da temperatura dos componentes do seu computador? Se sua máquina está travando ou desligando automaticamente, é bom averiguar se ela não está com um problema de superaquecimento. Você pode descobrir se ela está fritando através de algum dos programas de monitoramento de temperatura, disponíveis para download no Baixaki:  HWMonitor (gratuito), Everest  (gratuito para testar), CoreTemp (gratuito), SpeedFan (gratuito), além de outros.
Mas não basta apenas saber qual é a temperatura que os componentes do seu PC estão trabalhando. Consulte o site dos fabricantes para saber também qual é a temperatura correta de trabalho. Este artigo ajuda você a manter a temperatura do PC sob controle.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Tailandês mostra como se joga um FPS de verdade

Isso sim é levar o jogo a sério.


 
Além dos gráficos altamente detalhados, uma das grandes inovações desta geração foram os sensores de movimento, o que permitiu que os jogadores realmente mergulhassem na experiência de cada jogo. Seja com o Wii Remote, Move ou Kinect, a possibilidade de interagir com o game deu uma nova profundidade à jogabilidade.
Desse modo, não seria de se estranhar caso você visse alguém reproduzindo os movimentos de um soldado em frente a uma tela, não é mesmo? Isso até seria verdade no caso do vídeo que abre esta notícia, mas acontece que o jovem tailandês que protagoniza a gravação está se divertindo com Ghost Squad, um título lançado para arcades em 2004, ou seja, antes de qualquer sensor.
Isso significa que o rapaz realmente decorou todos os movimentos do game em questão a ponto de repeti-los com perfeição. Mais do que isso, ele realmente se imagina dentro da cena e interage com companheiros imaginários enquanto atira nos soldados inimigos.
Porém, antes que os comentários ironizando sua performance surjam, uma informação interessante: sua habilidade com games fez com que a Galaxy Group o contratasse como garoto-propaganda de seus FPSs.